Num silêncio taciturno
De um cadente noturno,
Pássaro que canta,
Seu canto soturno,
Mas não me encanta,
Nem imanta, o turno!
Num silêncio sepulcral,
De um repente madrigal,
Pássaro que lança,
Seu canto triunfal,
Mas não me amansa,
Nem avança, o litoral!
Num silêncio impuro,
De um regente obscuro,
Pássaro que exclama,
Seu canto escuro,
Mas não me inflama,
Nem clama, o puro!
sábado, 8 de outubro de 2011
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