Quando bate uma loucura,
De um desejo bem maior,
Ou...
De um momento de ternura,
De um algo bem melhor,
Fala a carne, uma fissura!
Não há certo nem pior!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
Emoçãox Razão
Sinto, logo existo!
E, é nisso
Que eu insisto!
É na emoção,
Que eu invisto!
E, se eu penso
Sobre isso
Já há razão,
No que é visto!
Não é emoção,
O que eu avisto!
E, é nisso
Que eu insisto!
É na emoção,
Que eu invisto!
E, se eu penso
Sobre isso
Já há razão,
No que é visto!
Não é emoção,
O que eu avisto!
sábado, 8 de outubro de 2011
HOLOGRÁFICA(MENTE)
A poesia que te dedico,
É sempre minha!
E, de fato,
é uma grande mentira,
Essa linha!
No fundo da poesia,
A fantasia é dialética!
É sempre uma alegoria,
de uma idéia,
Quase patética!
É desfragmentar até,
O mínimo sinal!
É um pensar subatômico,
de um instinto,
Ainda verbal!
É dizer e desdizer,
O absoluto inefável!
Voltar à origem de tudo,
de ir ao limite,
Do impenetrável!
INSÔNIA
Num silêncio taciturno
De um cadente noturno,
Pássaro que canta,
Seu canto soturno,
Mas não me encanta,
Nem imanta, o turno!
Num silêncio sepulcral,
De um repente madrigal,
Pássaro que lança,
Seu canto triunfal,
Mas não me amansa,
Nem avança, o litoral!
Num silêncio impuro,
De um regente obscuro,
Pássaro que exclama,
Seu canto escuro,
Mas não me inflama,
Nem clama, o puro!
De um cadente noturno,
Pássaro que canta,
Seu canto soturno,
Mas não me encanta,
Nem imanta, o turno!
Num silêncio sepulcral,
De um repente madrigal,
Pássaro que lança,
Seu canto triunfal,
Mas não me amansa,
Nem avança, o litoral!
Num silêncio impuro,
De um regente obscuro,
Pássaro que exclama,
Seu canto escuro,
Mas não me inflama,
Nem clama, o puro!
Estribilho para meu filho
Dorme, meu filho,
Estou aqui, por ti...
A escrever
Este estribilho!
Dorme, meu filho,
Estou sem sono, sem dono...
A enfeitar
Este estribilho!
Dorme, meu filho,
Estou aberta, em alerta...
A refazer
Este estribilho!
Dorme, meu filho,
Estou em alta, e falta,
Eu terminar
Este estribilho!
Estou aqui, por ti...
A escrever
Este estribilho!
Dorme, meu filho,
Estou sem sono, sem dono...
A enfeitar
Este estribilho!
Dorme, meu filho,
Estou aberta, em alerta...
A refazer
Este estribilho!
Dorme, meu filho,
Estou em alta, e falta,
Eu terminar
Este estribilho!
Vídeo-verso
Dos meus neurônios?
Pergunte aos meus hormônios,
E também aos feromônios...
Aos anjos e demônios!
Dos meus sentidos?
Pergunte aos meus partidos,
E também aos meus sortidos...
Aos desnudos e vestidos!
Dos meus amores?
Pergunte aos meus senhores,
E também aos meus tumores...
Aos fatos e fatores!
Dos meus desejos?
Pergunte aos meus ensejos,
E também aos meus lampejos...
Aos leões e carangueijos!
Dos meus sintomas?
Pergunte aos meus idiomas,
E também aos axiomas...
Aos perversos e sodomas!
Dos meus mitos?
Pergunte aos meus ditos,
E também aos meus ritos...
Aos queridos e malditos!
Dos meus prazeres?
Pergunte aos meus quereres,
E também aos meus dizeres...
Aos devidos e deveres!
Dos meus instintos?
Pergunte aos meus famintos,
E também aos meus extintos...
Aos destros e distintos!
Dos meus poemas?
Pergunte aos meus fonemas,
E também aos meus edemas...
Aos doidos e dilemas!
Pergunte aos meus hormônios,
E também aos feromônios...
Aos anjos e demônios!
Dos meus sentidos?
Pergunte aos meus partidos,
E também aos meus sortidos...
Aos desnudos e vestidos!
Dos meus amores?
Pergunte aos meus senhores,
E também aos meus tumores...
Aos fatos e fatores!
Dos meus desejos?
Pergunte aos meus ensejos,
E também aos meus lampejos...
Aos leões e carangueijos!
Dos meus sintomas?
Pergunte aos meus idiomas,
E também aos axiomas...
Aos perversos e sodomas!
Dos meus mitos?
Pergunte aos meus ditos,
E também aos meus ritos...
Aos queridos e malditos!
Dos meus prazeres?
Pergunte aos meus quereres,
E também aos meus dizeres...
Aos devidos e deveres!
Dos meus instintos?
Pergunte aos meus famintos,
E também aos meus extintos...
Aos destros e distintos!
Dos meus poemas?
Pergunte aos meus fonemas,
E também aos meus edemas...
Aos doidos e dilemas!
Madrugada
COM A MADRUGADA,
VEM TAMBÉM
A CEFALGIA,
UMA ORGIA DESREGRADA!
COM A MADRUGADA,
VEM TAMBÉM
A POESIA,
UMA FANTASIA EMPREGADA!
VEM TAMBÉM
A CEFALGIA,
UMA ORGIA DESREGRADA!
COM A MADRUGADA,
VEM TAMBÉM
A POESIA,
UMA FANTASIA EMPREGADA!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Diga a todos...
Diga a todos,
Que é tua!
O poema, o corpo,
E a nua!
Diga a todos,
E à Lua,
A poesia,
Que é crua!
Diga a todos,
À rua,
Da linda letra,
Que atua!
Que é tua!
O poema, o corpo,
E a nua!
Diga a todos,
E à Lua,
A poesia,
Que é crua!
Diga a todos,
À rua,
Da linda letra,
Que atua!
domingo, 2 de outubro de 2011
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