Por onde anda o Poeta?
Sumiu...
Virou atleta!
Fugiu...
Estava alerta!
Pra onde foge um Poeta?
Foge pra longe...
Na lua aberta!
Corre do monge...
Na rua certa!
De quem foge o Poeta?
Ninguém sabe...
Uma coisa esperta!
Alguém cabe...
Na descoberta!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Dia e Dia
Tem dia, que tudo é poesia,
E cada coisa escrita, é fantasia,
Cada verso meu, uma alegria!
Tem dia, que tudo é saudade,
E cada coisa escrita, é realidade,
Cada verso meu, uma verdade!
Tem dia, que tudo é engrenagem,
E cada coisa escrita, é bagagem,
Cada verso meu, uma passagem!
Tem dia, que tudo é latência,
E cada coisa escrita, é essência,
Cada verso meu, uma sequência!
Tem dia, que tudo é surreal,
E cada coisa escrita, é anormal,
Cada verso meu, uma moral!
Tem dia, que tudo é poema,
E cada coisa escrita é fonema,
Cada verso meu, um teorema!
E cada coisa escrita, é fantasia,
Cada verso meu, uma alegria!
Tem dia, que tudo é saudade,
E cada coisa escrita, é realidade,
Cada verso meu, uma verdade!
Tem dia, que tudo é engrenagem,
E cada coisa escrita, é bagagem,
Cada verso meu, uma passagem!
Tem dia, que tudo é latência,
E cada coisa escrita, é essência,
Cada verso meu, uma sequência!
Tem dia, que tudo é surreal,
E cada coisa escrita, é anormal,
Cada verso meu, uma moral!
Tem dia, que tudo é poema,
E cada coisa escrita é fonema,
Cada verso meu, um teorema!
domingo, 25 de dezembro de 2011
A beleza Tua (réplica)
A beleza que te dói
é teu olhar,
É incerteza que corrói
o teu salar!
A beleza que te prende
é teu querer,
É dureza que surpreende
até teu ser!
A beleza que te ofusca
é teu sentir,
É crueza que faísca
o teu sorrir!
A beleza que te chama
é teu calor,
É leveza que inflama
a tua cor!
é teu olhar,
É incerteza que corrói
o teu salar!
A beleza que te prende
é teu querer,
É dureza que surpreende
até teu ser!
A beleza que te ofusca
é teu sentir,
É crueza que faísca
o teu sorrir!
A beleza que te chama
é teu calor,
É leveza que inflama
a tua cor!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Semana
Uma semana de inspiração,
Me deste,
Uma perfeita conspiração,
Fizeste!
Uma semana de luz,
Me deste,
Uma perfeita paz,
Criaste!
Uma semana de alegria,
me deste,
Uma perfeita euforia
Sentiste!
Uma semana de Catalúnia,
Me deste,
Uma perfeita calúnia,
Pensaste!
Uma semana de memória,
Me deste,
Uma perfeita glória
Sonhaste!
Me deste,
Uma perfeita conspiração,
Fizeste!
Uma semana de luz,
Me deste,
Uma perfeita paz,
Criaste!
Uma semana de alegria,
me deste,
Uma perfeita euforia
Sentiste!
Uma semana de Catalúnia,
Me deste,
Uma perfeita calúnia,
Pensaste!
Uma semana de memória,
Me deste,
Uma perfeita glória
Sonhaste!
Se eu, se tu...
Se tu és vulcão
E eu terremoto,
Lava o coração,
E tu maré-morto!
Se tu és carangueijo
E eu um carneiro,
Selo com beijo,
E tu mar inteiro!
Se tu és da lua
E eu sou de marte,
Brilho tua rua,
E tu guerra à parte!
E eu terremoto,
Lava o coração,
E tu maré-morto!
Se tu és carangueijo
E eu um carneiro,
Selo com beijo,
E tu mar inteiro!
Se tu és da lua
E eu sou de marte,
Brilho tua rua,
E tu guerra à parte!
Elemento FOGO
Fogo que arde,
Fogo que banha, borbulhas de fogo!
Fogo que cria,
Fogo que doma, dominados de fogo!
Fogo que emana,
Fogo que flama, faíscas de fogo!
Fogo que gera,
Fogo que habita, halos de fogo!
Fogo que imerge,
Fogo que jorra, jatos de fogo!
Fogo que lava,
Fogo que mata, matas de fogo!
Fogo que nutre,
Fogo que oscila, ondas de fogo!
Fogo que prende,
Foque que queima, queimadas de fogo!
Fogo que rompe,
Fogo que sobe, solares de fogo!
Fogo que torra,
Fogo que uiva, usinas de fogo!
Fogo que vence,
Fogo que xeque, xeque-mate de fogo!
Fogo que zingra, zodíacos de fogo!
Amor Virtual
Um amor virtual,
Anormal!
Um amor exótico,
Robótico!
Um amor de imagens,
Mensagens!
Um amor de sentidos,
Contidos!
Um amor de opostos,
Impostos!
Um amor sem igual,
Cerebral!
Um amor informático,
Telepático!
Um amor transcendente,
Ardente!
Um amor kilométrico,
Simétrico!
Um amor faraônico,
Lacônico!
Um amor moderno,
Eterno!
Um amor sem fronteiras,
Porteiras!
Um amor platônico,
Atônito!
Um amor veloz,
Atroz!
Um amor estético,
Atlético!
Um amor irreal,
Surreal!
Um amor sem cama,
Drama!
Um amor do além,
Alguém!
Um amor mental,
verbal!
Um amor de outro mundo,
Profundo!
Um amor impossível,
Incrível!
Anormal!
Um amor exótico,
Robótico!
Um amor de imagens,
Mensagens!
Um amor de sentidos,
Contidos!
Um amor de opostos,
Impostos!
Um amor sem igual,
Cerebral!
Um amor informático,
Telepático!
Um amor transcendente,
Ardente!
Um amor kilométrico,
Simétrico!
Um amor faraônico,
Lacônico!
Um amor moderno,
Eterno!
Um amor sem fronteiras,
Porteiras!
Um amor platônico,
Atônito!
Um amor veloz,
Atroz!
Um amor estético,
Atlético!
Um amor irreal,
Surreal!
Um amor sem cama,
Drama!
Um amor do além,
Alguém!
Um amor mental,
verbal!
Um amor de outro mundo,
Profundo!
Um amor impossível,
Incrível!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Substrato
A confissão mais espontânea,
A sensação mais litorânea,
De confusão contemporânea!
De dizer, por tão idônea...
A tradução mais misteriosa,
A provação mais criteriosa,
De alusão a toda prosa!
De sentir, por tão dolosa...
A sedução mais cerebral,
A condição mais animal,
De coração imaterial!
De saber, por tão normal...
A solução mais eloquente,
A produção mais convincente,
De posição tão envolvente!
De romper, por tão somente...
A sensação mais litorânea,
De confusão contemporânea!
De dizer, por tão idônea...
A tradução mais misteriosa,
A provação mais criteriosa,
De alusão a toda prosa!
De sentir, por tão dolosa...
A sedução mais cerebral,
A condição mais animal,
De coração imaterial!
De saber, por tão normal...
A solução mais eloquente,
A produção mais convincente,
De posição tão envolvente!
De romper, por tão somente...
Nada
Nada que se diga,
Diga-se de nada!
Nada que se siga,
Fica a desamada!
Verdade que é briga,
Brilha a desalmada,
A calma de guria,
A mulher alucinada!
Fala de Maria
Andar de mal-amada!
Porte de Sofia,
Voz aveludada!
Nada que se diga,
De tudo que é nada!
Diga-se de nada!
Nada que se siga,
Fica a desamada!
Verdade que é briga,
Brilha a desalmada,
A calma de guria,
A mulher alucinada!
Fala de Maria
Andar de mal-amada!
Porte de Sofia,
Voz aveludada!
Nada que se diga,
De tudo que é nada!
Assinar:
Comentários (Atom)

