segunda-feira, 25 de julho de 2011
Modus
É de cruel e perfídia
Que se desvenda,
Palavra crua, mansa...
Ou de tudo que se renda,
Uma música sem dança!
É de apropriação e credo
Que se assegura,
Lugar comum, remanso...
Ou de tudo que se figura,
Uma vida sem avanço!
É de consenso e inconsciente
Que se reflete,
Sentimento puro, aceito...
Ou de tudo que se compete,
Uma incidência sem efeito!
Que se desvenda,
Palavra crua, mansa...
Ou de tudo que se renda,
Uma música sem dança!
É de apropriação e credo
Que se assegura,
Lugar comum, remanso...
Ou de tudo que se figura,
Uma vida sem avanço!
É de consenso e inconsciente
Que se reflete,
Sentimento puro, aceito...
Ou de tudo que se compete,
Uma incidência sem efeito!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
AMIGOS
Um dia... escreverei
A cada amigo,
Do breve ao eterno,
E saberão o que digo!
Falarei de lembranças
A cada amigo,
Das fortes e mansas,
E saberão o que digo!
Recitarei um poema
A cada amigo,
E a cada verso,
Saberão o que digo!
Um dia... darei
A cada amigo,
O dizer mais bonito,
E saberão o que digo!
A cada amigo,
Do breve ao eterno,
E saberão o que digo!
Falarei de lembranças
A cada amigo,
Das fortes e mansas,
E saberão o que digo!
Recitarei um poema
A cada amigo,
E a cada verso,
Saberão o que digo!
Um dia... darei
A cada amigo,
O dizer mais bonito,
E saberão o que digo!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Se...
Se isolada fosse... doce!
Se triste choro... coro!
Se quente a chama... cama!
Se belo o dia... ia!
Se fosse amor... dor!
Se não tivesse... prece!
Se me esquecesse... lesse!
Se te sonhava... lava!
Se me escrevia... dia!
Se tem lembrança... mansa!
Se existe ainda... finda!
Se é infinito... mito!
Se tudo certo... perto!
Se é só pra ti... si!
Se é só pra mim... fim!
Se triste choro... coro!
Se quente a chama... cama!
Se belo o dia... ia!
Se fosse amor... dor!
Se não tivesse... prece!
Se me esquecesse... lesse!
Se te sonhava... lava!
Se me escrevia... dia!
Se tem lembrança... mansa!
Se existe ainda... finda!
Se é infinito... mito!
Se tudo certo... perto!
Se é só pra ti... si!
Se é só pra mim... fim!
Instinto
É só instinto,
É bicho!
Minto!
E víscera,
Intrínseca!
Extinto...
É só verbal,
É verbo!
Sinto!
É úlcera,
É arco-íris!
Tinto!
É bicho!
Minto!
E víscera,
Intrínseca!
Extinto...
É só verbal,
É verbo!
Sinto!
É úlcera,
É arco-íris!
Tinto!
Ross´poem
Queres o poema dos sonhos?
Porque é fantasia!
Mas se não sonhar,
Não tem alegria!
Queres o poema do amor?
Porque é sublime!
Mas se não amar,
Não há o que reprime!
Queres o poema da vida?
Porque é bela!
Mas se não viver,
Não pode tê-la!
Porque é fantasia!
Mas se não sonhar,
Não tem alegria!
Queres o poema do amor?
Porque é sublime!
Mas se não amar,
Não há o que reprime!
Queres o poema da vida?
Porque é bela!
Mas se não viver,
Não pode tê-la!
Alegria
Daqui pra frente,
E sempre,
E todo dia;
Viverei só alegria!
A alegria da vida...
De acordar e ter o sol,
De sentir o ar e o céu...
De provar o sal da vida!
De chuva mansa,
Sem chorar despedida!
E começo o começo
Com um novo arremesso
O da Alegria!
Daqui pra frente,
E sempre,
E todo dia;
O sonho da vida...
A vida vivida
A certeza da ida,
E, se houver adeus,
Na partida...
Que seja mais um ciclo
De Vida e Alegria!
E sempre,
E todo dia;
Viverei só alegria!
A alegria da vida...
De acordar e ter o sol,
De sentir o ar e o céu...
De provar o sal da vida!
De chuva mansa,
Sem chorar despedida!
E começo o começo
Com um novo arremesso
O da Alegria!
Daqui pra frente,
E sempre,
E todo dia;
O sonho da vida...
A vida vivida
A certeza da ida,
E, se houver adeus,
Na partida...
Que seja mais um ciclo
De Vida e Alegria!
Assinar:
Comentários (Atom)

